Nossa História

01 • 06 • 2026

• o início •

12 • 10 • 2025

• o pedido •

07 • 02 • 2026

• o casamento •

Tudo começou no dia 01 de maio de 2025, em um encontro de oração e louvor organizado por amigos em comum. Era um momento abençoado, cheio de jovens de várias igrejas, mas — embora estivéssemos no mesmo ambiente — ainda não tínhamos sido apresentados. Mal sabíamos que aquele seria o primeiro capítulo da nossa história.

No dia seguinte, enquanto eu descansava depois de um dia cansativo de trabalho, João saiu com meus amigos para jogar boliche. Sem perceber, ele já estava se aproximando do meu círculo, enquanto Deus organizava tudo com calma.

Foi no dia 03 de maio, depois do culto, que finalmente nos conhecemos de verdade. O grupo decidiu lanchar e, depois, brincar de “polícia e ladrão” na casa de uma amiga. Sentamos perto e, naquele instante, João chamou a minha atenção: um homem sereno, tranquilo, bonito, de olhos claros e absolutamente incapaz de mentir — tanto que ficava vermelho sempre que precisava blefar. Rimos muito naquela noite!

Ficamos jogando até meia-noite. Quando parte do grupo foi embora, restaram apenas seis pessoas… e foi aí que tudo começou. João puxou assunto com jeitinho, pediu meu Instagram e se mostrou interessado, mas de forma leve, quase inocente, como quem queria apenas amizade.

Nos dias seguintes ele voltou para a cidade dele, mas não deixou a conversa esfriar. Respondia todos os meus stories, puxava papo com esforço e uma falta total de habilidade para flertar — o que acabou sendo ainda mais fofo.

Quinze dias depois, tivemos um aniversário em comum. Eu já tinha desistido de ir, mas João deixou escapar um:
“Ah, não vai ter graça se você não vier…”
Aquilo mexeu comigo. Fui — e foi a melhor decisão. João foi um cavalheiro, atencioso, presente. Ao final da noite, pediu meu número e já me chamou para um sorvete no dia seguinte.

O sorvete aconteceu com uma turma de amigos, e nada aconteceu ali. Mas depois do culto, naquela mesma noite, João veio decidido:
“Mari, eu gostei muito de você e gostaria de te convidar para um encontro.”
Pronto. Meu coração já tinha balançado.

Começamos a conversar todos os dias. Trocas sinceras, conversas profundas, presentes enviados à distância — inclusive um café gourmet e um brownie quente delicioso, que ajudaram (e muito!) no processo de conquistar meu coração.

Quinze dias depois, João voltou para Cascavel para o nosso encontro. Ele me levou a um dos melhores restaurantes da cidade, insistiu para que eu escolhesse tudo o que quisesse, e tivemos uma conversa que simplesmente… fluiu. Leve, natural, cheia de afinidades e sonhos parecidos. Saímos dali felizes, com aquela sensação boa de propósito.

E então veio o dia seguinte.

Fomos tomar café da manhã no lago da cidade, numa manhã bem gelada. Fizemos o devocional juntos, ligamos para nossas famílias e, com a bênção delas, João me pediu em namoro. Me deu um buquê de rosas e ganhei meu primeiro beijo dele — um selinho tímido, mas cheio de significado.

Desde então, cada dia confirma ainda mais aquilo que o meu coração já sabia:
é ele. É agora. É para a vida toda.

Todos os direitos reservados. Casamento Mariana e João. 2026.